A família e a educação

educacao_especial_200214O papel da família na formação de suas crianças vem sendo questionado em nosso tempo, de tal maneira que é bem provável que você já tenha ouvido muitas ideias que indicam isso. São artigos, trabalhos, pesquisas, palestras e aulas que labutam em favor de uma formação independente da tradição familiar, são questionadas as crenças familiares e suas implicâncias, tais como questões sobre sexualidade, preferências políticas, modelos sociais/econômicos, e outros. É inquestionável, a criação familiar implica obrigatoriamente na transmissão voluntária e até mesmo coerciva de crenças, ideais, fobias (medos), alegrias, enfim, traços culturais oriundos da personalidade dos pais e avós. Dito isso é possível estabelecer uma “pauta de lutas” para os mais diversos grupos sociais, que hoje dizem lutar pela proteção dos direitos coletivos dos indivíduos, e suas manifestações tem surtido efeitos de tal forma, que chegamos ao ponto de vermos parlamentares criando ou modificando leis que definem o conceito de família e suas implicações. Nós temos em curso no congresso nacional, a tramitação de dezenas de projetos de lei que tem o objetivo desconstruir fatos reconhecidos por todas as ciências de cunho sério e objetivo. O fim de tudo isso está exposto no próprio meio pelo qual tenta-se mudar o padrão histórico, biológico e bíblico, e este meio é o ESTADO, e o seu fim é adquirir mais PODER.

Em determinada situação onde os padrões de moralidade, ética e justiça são ensinados e determinados pelo Estado, seu único fim é a reestruturação do pensamento humano para que o Poder de escolha, administração de riquezas, aplicação de leis e até mesmo a sexualidade humana sirvam como alavanca para a manutenção de um determinado projeto de poder. Em suma, essa ideia não tem por objetivo promover a utópica “libertação humana”, essas ideias não são progressistas, modernas, arrojadas ou divinizantes, elas não tiram o poder das mãos de Deus e o transferem para as mãos dos homens, essas ideias eliminam a figura de um Deus que tem padrões morais, éticos e de justiça e os transfere para as mãos de um Estado, que supostamente assumiria o papel de defensor dos direitos humanos.

A educação nas mãos do Estado faz vitimas fatais, ela transforma brilhantes mentes que de outra forma poderiam revolucionar algum dos ramos da medicina ou outras tecnologias, em simples mantenedores de um pensamento defasado e obviamente falido, que visa não outra coisa, se não punir os bons e premiar os maus. O Estado como força por traz da educação de nossos filhos representa a imagem de um futuro ainda menos repleto de grandes mentes, em benefício – convenhamos – de “idiotas úteis”, como diria Lenin, político soviético, um dos principais nomes da ideia por traz do estado comunista russo. A educação nas mãos do Estado representa a destruição de tudo aquilo que nos fez chegar onde chegamos, representa a repressão a criatividade, o escarnio de padrões morais e éticos que possibilitam a manutenção da ordem, o descafelamento de fatos econômicos que são a razão de termos alcançando tamanha modernidade, que diretamente é responsável pelo padrão de vida que podemos ter, em termos de saúde, agricultura, escoamento da produção, expansão territorial – necessária ante a rápida expansão populacional – dentre outros fatos críticos, sem os quais nem sequer teríamos a possibilidade de viver um pouco mais que 30 anos, e chamo de “fatos” porque são inquestionáveis e “críticos” porque são indispensáveis ao nosso padrão de vida. Quando o padrão educacional familiar é questionado, e mais do que isso, deixado de lado em benefício de ideais marxistas, estão a largos passos destruindo o mundo em que vivemos e tentando construir uma utopia, o que no final das contas resultará em mais fracasso e genocídios.

“Se o nosso desejo realmente for de melhorar o mundo em que vivemos, aqueles que são pais, devem tomar as rédeas da educação de sua prole e não devem delegar esta função ao estado, não aos “professores educadores”, eles que eduquem seus próprios filhos. O grande problema da educação é acreditar que o mundo educará nossa descendência sem que o futuro seja comprometido devido a isso. O grande problema da educação é acreditar que o problema não é nosso e sim do governo, da igreja, dos grupos sociais.”

Como dito no artigo anterior (O problema da educação – trecho acima), a função de educar foi destinada a família, mas especificamente aos pais, e a ninguém mais, a escola tem por dever ensinar as ciências (de verdade), e questões concernentes ao caráter, ética, moral e etc, devem obrigatoriamente ser levadas ao conhecimento dos filhos através pais. Relegar esta função a uma escola privada ou mesmo a escolas publicas não é só imprudência, é burrice, é ausência de senso do certo e do errado, é falha de caráter, é ignorância, e não se engane, nenhum desses pecados é abonado em função da tal “involuntariedade”, isso não existe.

Igualmente combatido pelo movimento de “libertação humana” é o padrão judaico-cristão de educação, e a ideia geral é que o modelo é a razão das falhas do mundo e o mesmo deve ser extirpado da existência, porém mal sabem eles que nem um terço da cosmovisão cristã é aplicada a família hoje, e na maioria dos episódios passados. Um padrão de educação cristão não significa dizer que a criança será ensinada por um pastor, tão pouco sua educação se dará na igreja, isso é um erro grave, a função de educar também não é da igreja, a igreja tem como missão Pregar o Evangelho de Jesus, a igreja não educa filhos mal-criados, desobedientes e impertinentes. A cosmovisão cristã traz a luz da Palavra sobre a família de tal maneira, que a mesma sofrerá uma transformação estrutural sem precedentes, que obviamente resultará em realidades mais satisfatórias, mas isso não se dará como um milagre. Com base em sua espiritualidade um pai pode ser um bom ou um péssimo educador. Tudo dependerá de seu envolvimento com o Reino e com o Rei. As chaves estão nas mãos da família, e em hipótese alguma devem ser dadas, emprestadas, alugadas ou vendidas a outrem!

O problema da educação!

arvoreExiste uma vasta gama de discussões em curso no Brasil, e tudo isso é fruto de grandes mudanças que estão acontecendo nos pontos críticos do pais. As pessoas frequentemente se reúnem para atividades em conjunto, e seja qual for a atividade sempre surgem algumas questões em voga atualmente e com isso está dada a largada na discussões, os temas como sugeri antes, são os mais variados, desde economia, política, saúde, meio ambiente, até questões como a sexualidade alheia, cor de pele, multas de transito e desenhos animados. A grande semelhança entre todos esses temas é a conclusão de qual seria a solução para os problemas expostos, a EDUCAÇÃO, isso mesmo, a solução para tudo aparentemente é a educação, de preferência “pública, gratuita e de qualidade” (sic). As chamadas “ciências” sociais ao longo das ultimas décadas tem despertado em jovens (principalmente universitários) a tal da “consciência social”, e essa entidade divinizada é fruto de um longo trabalho de reeducação dos pensamentos dos povos, a ideia principal é que o individuo se torne critico quanto a sociedade e seus elementos vitais e até mesmo os menos importantes. Aparentemente essa ideia de que a educação é a solução para os problemas sociais passou de uma máxima a um chavão bem tipico de quem sequer sabe do que está falando.

Chamamos nosso tempo de “era do conhecimento”, visto que já ouve uma “era das trevas” onde a barbarie e a ignorância eram aceitas como cartão de acesso ilimitado aos benefícios da vida, mas o que poderemos notar, caso façamos uma profunda analise, é que nosso tempo não é de conhecimento, mas sim de informação, nós temos informações quase ilimitadas, é possível encontrar rapidamente quase tudo sobre quase qualquer coisa, todavia nunca se buscou tanto o inútil em detrimento do útil. Se por um lado os povos antigos dispunham de pouca informação e mesmo assim produziram tantas coisas, e coisas importantes, coisas sem as quais não viveríamos hoje, por outro lado nosso tempo é marcado pelo excesso de informação e ao mesmo tempo excesso de inutilidade. Nossos centros acadêmicos, por exemplo, produzem cada vez menos conteúdo cientifico e o tempo e recursos disponíveis são desperdiçados com trabalhos de pesquisa que envergonhariam os grandes pensadores dos séculos passados. Não é por desprezar completamente as ciências sociais que faço isso, na verdade acredito na existência de grandes cientistas sociais que produzem conteúdos de altíssima qualidade que fazem da nossa vida algo melhor, mas, a grandiosa maioria do estudiosos da área não produzem nada senão outros pensadores desconexos e inúteis, que nada produzem, mas tudo pedem para si. O curioso nisso tudo é que a universidade, antes tida como uma porta para a “libertação do homem” é o principal agente formador de elementos de caráter falho que aos invés de produzirem conforto para o mundo, saem da acadêmia (se é que saem) famintos por destruir o alheio, destruir aquilo que até hoje tem atuado como pilares de sustentação da sociedade.  No topo de tudo isso nós vemos a maior universidade do pais, a USP – Universidade de São Paulo como um grande elefante branco, e vemos isso com tristeza, pois seria improvável até algum tempo atrás que ainda estivesse de pé uma universidade que não tem ou teve em seu staff um único ganhador de uma premiação cientifica significativa. Isso é vergonhoso! Mais que isso, é um pecado vermos nomes como a Neurocientista Suzana Herculano-Houzel deixando o Brasil por falta de recursos e valorização do verdadeiro trabalho cientifico, convenhamos, estudos sobre aplicar ou não “chapinha no cabelo” não valem nada.

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Suzana: Neurocientista recusou vinda de estudantes estrangeiros porque não havia como garantir recursos para suas pesquisas.

A esmagadora maioria (sem exageros) daqueles que alcançam um diploma do ensino superior tem como objetivo único outra certidão que lhe garante um emprego vitalicio no setor público, estou falando dos “concurseiros”, pessoas que acreditam que o melhor de sí deve ser investido no estado. Nisso tudo acredito que existem pessoas sinceras que tem a intenção de realmente trabalhar na área da qual tanto estudou, mas sem duvidas a maior parte dos “concurseiros” está em busca da estabilidade, a segurança que garante que o salários não diminuirá, o contrato não se romperá, a incompetência será premiada e ninguém vai notar isso, afinal as coisas parecem que sempre foram assim. O problema da educação não está na má gestão dos recursos públicos – dinheiro advindo do bolso do próprio povo – e tão pouco na corrupção dos políticos, eles são uma ferramenta dos sistema chamado CULTURA, um conjunto de forças oriundas de elementos práticos fixados como verdades ao longo de um período de vasta exposição a ideia de que tudo está errado, o que foi feito, foi feito errado, deve ser questionado e destruído, ou desconstruído, como chamam. As instituições devem ser desacreditadas, os indevidos são animais alienados que carecem adquirir um pensamento crítico para que sua praxis  fuja completamente do normal e parta sem rumo ao desconhecido da irracionalidade humana. Toda essa ideia de mudar os povos por meio da cultura tem surtido tamanho efeito que hoje é comum ouvir que professores são chamados de “educadores”, quando em verdade, em verdade os únicos educadores dos filhos são os pais, e a função de um professor é ensinar ciências aos seus alunos, repito, alunos, não discípulos.

Se o nosso desejo realmente for de melhorar o mundo em que vivemos, aqueles que são pais, devem tomar as rédeas da educação de sua prole e não devem delegar esta função ao estado, não aos “professores educadores”, eles que eduquem seus próprios filhos. O grande problema da educação é acreditar que o mundo educará nossa descendência sem que o futuro seja comprometido devido a isso. O grande problema da educação é acreditar que o problema não é nosso e sim do governo, da igreja, dos grupos sociais. Assuma seu papel, lute pelo que é certo!

Por Sérgio Rodrigues

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Foto: O Globo 

A cultura da desonestidade está no sangue do Brasileiro

Cortesia/Whatsapp
Cortesia/Whatsapp

Ao longo de nossa história passamos por diversas tensões que nos fizeram “subir os degraus” da sensatez para níveis cada vez mais altos, porém isso não foi o suficiente, e aparentemente nossas chances de ir além nessa empreitada são mínimas, ou nulas, pois semelhantes a essa nossa cultura de “em time que está ganhando não se mexe”, as oportunidades de desatar as cordas que nos amarram no passado também são reforçadas, aliais, dizem as más línguas que nosso governo estuda a possibilidade de adquirirmos correntes de aço juntamente com cadeados ultra modernos, pois só as “cordas” não estão conseguindo manter nossa mentalidade na era da ignorância. Ironias a parte, falemos sobre a nossa atual realidade.

Nessa ultima semana tem circulado nas redes sociais uma imagem intrigante. Nessa imagem aparece um homem as margens do canal Derby Tacaruna, na Avenida Agamenon Magalhães (Recife) enchendo com algum líquido garrafas descartáveis de água mineral. O “cidadão consciente” que tirou e publicou a foto descreve a situação como sendo de um vendedor ambulante que se utiliza as águas fétidas do canal para reabastecer garrafas já usadas para em seguida vende-las nos semáforos próximos ao local. Na descrição da imagem o rapaz ainda lança a conhecida bravata do “jeitinho brasileiro” para descrever a ação do desconhecido vendedor ambulante. Em seguida a publicação dessa imagem milhares de pessoas comentaram, curtiram e compartilharam o “fragrante” tanto no Facebook, quanto no Whatsapp, o que fez com que tudo se propagasse com maior rapidez.

As teorias explodiram, e os comentários se dividiram entre aqueles que repudiavam e os que tentavam encontrar outras respostas para tal imagem enigmática. Uma das respostas chamou atenção ao revelar um fato importante sobre  o que seria na verdade o produto da venda daquele vendedor desavisado.

Reprodução/Facebook
Reprodução/Facebook

O líquido na verdade seria “água de coco” que o mesmo retirava dos cocos, armazenava em uma espece de balde e em seguida passava para as garrafas descartáveis. Convenhamos, seria muita cara de pau colher água daquele corego e tentar vender, afinal a origem daquela água está muito bem exposta devido a sua cor, ninguém em sã consciência compraria tal água, a menos que fosse cego – o que não parece ser o caso do jovem aspirante a paparazzi – e mesmo no caso de algum desavisado e desatento motorista comprar tal produto, o mesmo perceberia logo e seria o primeiro a efetuar tal denuncia.

A Lei da Oferta e Procura

A água de coco há anos tem sido cotada como uma das maravilhas da natureza no que se refere a alimentos e/ou bebidas, e não é por menos, a sua ingestão melhora a hidratação, possui baixo valor calórico, baixa quantidade de sódio, grande quantidade de potássio, ajuda na eliminação de toxinas e mil coisas mais, e se já não bastassem todos esses benefícios, o fato de vivermos em um pais tropical incentiva mais ainda a ingestão de água de coco. É comum nas feiras livres, eventos, parques, praças, festivais e em outros locais e ocasiões encontrarmos vendedores e coco. é realmente um produto muito popular e barato – menos em Fernando de Noronha e nos hotéis ‘Padrão FIFA’ – e sendo a sim, nada é mais normal para a demanda do que a oferta, nós temos o clima, a demanda e temos a oferta, simples comercio, nada mais. Mas ai surgem os “politicamente corretos”, e eles vão dizer que essa não é a maneira correta de se manipular uma bebida que será consumida por pessoas, esse não é o local, tão pouco trata-se de alguém competente o suficiente para atender essa necessidade comercial, na verdade esse nicho de mercado deveria ser explorado por grandes empresas, que são qualificadas e fiscalizadas pelo governo bom e competente que temos, é inadmissível que esse vendedor cometa tantas irregularidades contra saúde pública e ainda por cima não pague os impostos devidos, coisa que as grandes empresas fazem.

O envazamento da água de coco é sem sombra de duvidas uma necessidade que o próprio consumidor assumiu para si, e hoje em dia é perfeitamente normal comprar água de coco no mercado, sim é verdade que a água de coco de prateleira é menos saudável que a normal, tem mais sódio, ácidos, conservantes e até um pouco de frutose, mas esse é o preço a se pagar para ter o conforto ao nosso alcance.

Liberdade para escolher

Pra ser bem sincero, eu não compraria a água de coco desse rapaz, mas não porque ele encheu as garrafas a beira do canal da Agamenon, mas simplesmente porque prefiro ter o produto totalmente natural em mãos, mas essa é a minha escolha, ninguém precisa segui-la, há uma demanda por água de coco natural – de verdade – envazada e pronta na hora do rush, é natural que surjam vendedores como esse que estão simplesmente explorando o mercado, como qualquer empresa legalizada e fiscalizada pelo governo faz, só que as contrário das grandes empresas esses vendedores não recebem empréstimos de bancos públicos nem tem outros benefícios poque não são amigos da realeza, eles não são regulados por agências incompetentes e burocráticas, a unica fiscalização que pesa sobre eles é a do próprio consumidor, e isso é mais que suficiente. Essas pessoas desfavorecidas e pobres devem ter o direito a liberdade de tentarem ganhar o pão de cada dia sem que o estado ou agentes da desonestidade cultural os reprimam e condenem seus negócios legítimos e necessários. Se alguém deseja consumir tal produto, que o faça, não se trata de uma questão de saúde pública, e isso mostra-se claro quando vemos todos os dias denuncias de consumidores prejudicados por grandes empresas pagadoras de impostos e fiscalizadas pelo aparato estatal repressivo, o estado não tem competência para avaliar e definir o que é melhor para o povo, isso cabe ao próprio povo.

Que Deus nos ajude, e que deixemos de ser uma nação medíocre e dada a desonestidade, por mais que isso seja uma marca cultural proveniente de nossa base moral,  há redenção para nós!

Por Sérgio Rodrigues

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Referências:

http://www3.folhape.com.br/cms/opencms/folhape/pt/cotidiano/noticias/arqs/2015/12/0106.html

http://www.saudedica.com.br/os-7-beneficios-da-agua-de-coco-para-saude/

Sejam bem-vindos ao Classe Editorial!

bulb-156176_1280Olá, seja muito bem-vindo ao Classe Editorial, e a proposta deste espaço está descrita no próprio lema: “Paixão pela simplicidade do saber!” – e não é por acaso – mas eu acredito que quanto mais sabemos, mas simples devemos ser, de forma mais simples devemos pensar, de forma mais simples acabamos por agir. O Classe, como o nome diz, é um Editorial onde “periodicamente” serão publicados textos apurados e esclarecedores que visam unicamente informar o leitor e aquecer o debate sobre o tema proposto.

O Classe Editorial trabalhará em conjunto com o NECCAPENúcleo de Estudos da Cosmovisão Cristã do Agreste Pernambucano, para assim desenvolver pesquisas que viabilizem melhor entendimento com relação a temas como política, economia, ciências, educação e cultura, intrinsecamente ligados a vida de qualquer Cristão, ou não-cristão.

Mais uma vez, BEM-VINDO AO CLASSE EDITORIAL!